O sistema responde de forma previsível em cada transição do motor

A estratégia BSM observa simultaneamente bico, MAP e sonda para revelar a real condição do sistema de combustível. A comparação entre intenção e resultado elimina suposições no diagnóstico.
Em marcha lenta, temos a referência para o restante do teste. O injetor mantém frequência estável, o MAP apresenta tensão típica e a sonda oscila entre rico e pobre.
Qualquer alteração nesse ponto muda toda a análise.

Ao acelerar, o MAP sobe, indicando aumento de ar no coletor. A central responde aumentando a frequência de acionamento do injetor.
Nesse momento, a sonda precisa registrar mistura rica.
Se isso não ocorre, falta combustível, não comando eletrônico.

O MAP validou a carga real
O sensor MAP é o responsável por informar a ECU a solicitação do aumento de carga do motor na aceleração.
Quando isso ocorre e a sonda não enriquece, a falha está no fornecimento de combustível. Isso elimina dúvidas e confirma que o defeito não está nos sensores.

A desaceleração revela a integridade do corte

Quando o motorista tira o pé do acelerador a sonda lambda deve informar que a mistura está pobre.
Esse comportamento confirma que o sistema segue a lógica esperada (cut-off).
Se a sonda não acompanha, o defeito pode estar no próprio injetor.
O ciclo completo com o veículo perfeito

A estratégia BSM transforma três sinais em um diagnóstico consistente. Ela evidencia a relação direta entre a demanda de ar, comando de combustível e resposta da sonda lambda.
Falhas intermintentes aparecem nas transições rápidas e o manômetro não tem a capacidade para identificar essas falhas.
Bons Estudos!





